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A CRISE DO UMBIGO TRISTE

A CRISE DO UMBIGO TRISTE

Flacidez abdominal é uma queixa comum tanto entre mulheres quanto em homens. Qualidade da pele, alterações no peso – o famoso efeito sanfona – e gravidez são fatores que contribuem para esse quadro. A pele é composta por três camadas e, quando ocorre a flacidez, a epiderme e a derme, as duas mais superficiais, são modificadas. Há diminuição da produção de colágeno, proteína importantíssima que dá sustentação ao tecido cutâneo, e da quantidade de líquido, afetando diretamente a composição da pele.

E QUAIS SÃO OS TRATAMENTOS DISPONÍVEIS?

É necessário, em primeiro lugar, uma avaliação médica para verificar o grau de flacidez e qualidade da pele, a altura da cicatriz umbilical, planejamento de nova gravidez e idade, dentre outros. Entre os tratamentos não cirúrgicos, podemos citar o ultrassom micro e macrofocado, radiofrequência, corrente russa e infravermelho ou aplicação de substâncias locais para estimular a produção local de colágeno.

Já o tratamento cirúrgico é realizado quando as opções de tratamentos estéticos não invasivos não são suficientes. Se a flacidez for acima e abaixo do umbigo, a melhor opção é a abdominoplastia, que tem como objetivo modelar o contorno corporal e melhorar a flacidez abdominal anterior. É retirada a pele do umbigo para baixo, esticando todo o abdômen. Podem ser corrigidas, durante o procedimento, hérnias ou abaulamentos causados pelo afastamento dos músculos abdominais (diástase). Há ainda a possibilidade de retirar as estrias localizadas abaixo da cicatriz umbilical. Caso a flacidez se concentre abaixo do umbigo, indica-se a miniabdominoplastia, na qual não é preciso fazer um novo umbigo. A cicatriz, normalmente, é no mesmo local da cesárea. Se, por outro lado, houver flacidez apenas na porção superior do umbigo, a dermolipectomia abdominal reversa retira a pele flácida posicionando a cicatriz no sulco mamário.

A indicação e execução da cirurgia plástica abdominal mais apropriada para cada pessoa é um desafio. Portanto, é importante reunir uma equipe capacitada para executá-la de modo seguro.

Doutor Leandro Gontijo é membro da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica, membro do corpo clínico do Hospital Mater Dei e sócio-proprietário da Clínica Leandro Gontijo

CRM 46031

RQE 29322

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Leandro Gontijo

Leandro GontijoÉ membro da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica, Membro do Corpo Clínico do Hospital Mater Dei e do Hospital Lifecenter; sócio-proprietário da Clínica Leandro Gontijo CRM 46031 RQE 29322

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